- Categoria: Contos
- Publicado em Quarta, 07 Setembro 2011 18:54

continuação... Leia a primeira parte
Fui arrancada de meus pensamentos quando o Mestre disse:
- karla você vai receber 50 chicotadas agora como forma de preparar o corpo para os demais castigos que virão. Quero que conte e agradeça cada uma delas.
Eu assenti com a cabeça em silêncio, não ousava protestar. Veio a primeira chicotada forte, rasgando minha pele logo de cara e com a voz trêmula eu disse:
- Uma.Obrigada por me corrigir, Mestre.
A segunda:
- Duas. Obrigada por me corrigir, Mestre.
O Mestre escolhia sempre um lugar diferente do corpo para bater: costas, bunda, coxas, seios, barriga, buceta. Só respeitou o meu rosto. Pensei que não fosse aguentar até o fim. Ele nunca havia me batido daquela forma, num dado momento senti que ia perder os sentidos de tanta dor. Ele ordenou que eu aguentasse firme senão começaria tudo de novo. Juntei todas as forças que tinha para não perder o elo com a realidade e continuei contando. O suplício acabou. Veio a última chicotada, eu já não era mais eu. Alguma coisa em mim já tinha mudado.
Assim que o Mestre largou o chicote, desamarraram meus pés. O Mestre pegou uma cane e ordenou que eu levantasse o pé direito. Assim que ficou com meu pé em Suas mãos, Ele bateu com força e com raiva e ficava repetindo meus erros continuamente, gritei loucamente de dor. Em seguida mandou que eu levantasse o pé esquerdo, pegou o alicate que eu já conhecia tão bem e começou a beliscar meu pé. Não me contive e descontroladamente tentava me soltar das mãos do Mestre. Mas Ele firme, segurava com mais força. Castigou meus pés com agulhas, elásticos e choques elétricos. Senti que nunca mais fosse conseguir caminhar na vida.
Assim que o Mestre terminou, soltaram as algemas que me prendiam no suporte e eu caí de uma vez no chão. Alguns Dominadores se levantaram e vieram observar as marcas no meu corpo e nos meus pés. O sangue minava dos cortes, mas eu não sentia mais dor. Minha pele estava adormecida, meu corpo não reagia. Só conseguia ouvir os comentários sobre o bom trabalho do Mestre. Eu sabia o quanto Ele estava curtindo me castigar, podia sentir o grande tesão Dele.
Satisfeitos, os Dominadores voltaram a se sentar. O Mestre ordenou que as escravas me acomodassem numa cama ginecológica que havia num canto do salão. Fui amarrada com os braços para cima bem abertos, as pernas foram colocadas no suporte e bem afastadas uma da outra. Mais uma vez eu estava exposta e ainda atordoada com as chicotadas e com os castigos nos pés.
O Mestre pegou uma das velas que iluminavam o ambiente e foi derrubando a cera quente sobre meu corpo... seios, barrigas, coxas e buceta. A fisgada de dor me fez acordar do torpor. Gritei quando as gotas caíram na minha buceta. O Mestre sem dizer nada pegou uma gag ball e enfiou na minha boca. E continuou sem dó, como se eu fosse o castiçal que recebe a vela. Quando viu a sua obra completa, ordenou que a Sub de Laranja tirasse fotos. Chamou seus convidados para ver a façanha e ficou satisfeito ao ver o olhar de aprovação de todos. Pegou o chicote, e com ele, tirou toda a cera que estava grudada em mim. Ignorou minhas súplicas sufocadas pela gag ball. Ele só parou quando não viu mais nenhum resquício de vela.
O Mestre bebeu avidamente um copo cheio de coca-cola, como se estivesse tomando fôlego para continuar. Vi também que os Dominadores se deliciavam de farta mesa de quitutes e bebidas finas; Seus escravos comiam em suas respectivas tigelinhas num canto do salão. No outro canto vi acanhadas as escravas do Reino, assustadas e imóveis. Vi o Mestre se aproximar da Senhora Kalía e lhe dar um longo beijo na boca e estampar um belíssimo sorriso, um dos mais lindos que vi. Fechei os olhos e tentei guardar aquela imagem comigo para ter forças. Senti o quanto eu amava o Mestre e queria muito que Ele me perdoasse, por isso, estaria disposta a tudo.
Ele se levantou e dirigindo-se aos convidados do meu lado disse:
- Hoje está presente entre nós o Mestre "A", um verdadeiro especialista em agulhas. Mestre se quiser nos dar a honra de usar a minha escrava para nos mostrar seus belíssimos trabalhos, eu lhe serei muito grato.
- A honra é toda minha, será um prazer Mestre K@.
Desesperada eu olhei para o Mestre implorando com o olhar que Ele me tirasse dali. Ele ignorou minha súplica e calmamente foi sentar-se ao lado da Sub de Laranja.
Mestre "A" preparava-se para começar sua prática e eu fui presa ainda mais firmemente junto à cama. Um cinto foi passado por baixo dos meus seios deixando-os bem presos e mais intumescidos para facilitar o trabalho do Dominador. Não tive como me mexer. Lembrei-me das palavras da Senhora Kalía quando disse que eu deveria apenas ouvir e obedecer. Fechei os olhos e esperei.
Meu corpo estremeceu quando o Mestre "A" me tocou com um chumaço de algodão embebido em álcool, provavelmente para esterilizar o local. Continuei com os olhos fechados, ingenuamente pensando que assim não sentiria nada. Ledo engano, claro. Com cuidado, ele enfiou uma agulha no meu seio varando-a do outro lado. Senti falta de ar, senti meu corpo estremecer. Tentei gritar, mas não saiu e tudo ficou escuro.
Não sei por quantos minutos eu fiquei desacordada, mas percebi que Mestre “A” estava enfiando outra agulha, e depois outra e outra. Depois o suplício passou ao outro seio. A dor era tanta que perdi a noção do meu corpo, não sentia nada... Vi que a Senhora Kalía tirava as fotos a mando do Mestre, que elogiou muito o trabalho de Mestre “A” e o agradeceu.
Mais uma vez fui exposta a apreciação dos convidados. Os comentários eram variados, alguns falavam sobre o trabalho das agulhas, outros de suas próprias experiências e outros se mostravam curiosos pelo que ainda viria, outros ainda me observavam apenas. Eu apenas esperava...
O Mestre chamou em seguida uma Dominadora pelo nome, mas não entendi direito o nome dela. Depois de apresentá-la aos convidados, me ofereceu o uso dela. Percebi que ela calçava as luvas e ouvi o Mestre dizer que eu seria usada pela primeira vez num fisting vaginal por ela. Nãoooooooooo..eu não tinha ouvido aquilo. Eu ainda estava delirando por conta das agulhas.era isso.
Insensível aos meus protestos senti a Domme passando lubrificante na minha buceta e na mão enluvada. Cada uma das escravas seguravam minhas pernas pelos joelhos para que eu não me movimentasse. A Domme enfiou um dedo em minha buceta e explorou minhas entranhas; enfiou outro dedo e me começou um vai e vem e comecei a me excitar quando Ela enfiou o terceiro dedo e de repente já forçava a mão fechada, em minha buceta. O movimento de vai e vem me excitava cada vez mais. Quando ela começou a forçar a mão na entrada com mais determinação senti que estava me abrindo toda. Sua mão fechada, forçando a entrada da minha buceta me fez arder de tesão, tanto que fiquei com medo de gozar ali na mão dela.
A Domme finalmente enfiou a mão toda com movimentos de vai e vem e com a outra ora mão fazendo massagens na minha barriga, ora bolinando meu grelinho... O tesão aumentou e comecei a gemer, senti que poderia gozar a qualquer momento. Nisso senti a presença da Sub de Laranja que ao meu ouvido sussurrou que eu estava terminantemente proibida de gozar; que eu estava em Treinamento e não num piquenique. Acenei com a cabeça e segurei firme para não gozar. Sentia ainda a dor das agulhas nos meus seios, mas o tesão daquela mão me explorando me fez esquecer todas as dores.Tive que fazer um esforço enorme para segurar, não podia decepcionar o Mestre novamente A Domme continuou a explorar, como se quisesse me forçar a gozar. A sensação era estranha, mas deliciosa. Cheguei a esquecer que estava em Treinamento e quase cheguei ao gozo. O murmúrio das pessoas presentes é que me tiraram dessa viagem ao prazer.
Assim que a Domme se satisfez, tirou a mão, deu um tapa na minha buceta e disse:
- Boa menina!
Depois, Mestre "A" voltou e tirou as agulhas dos meus seios, enquanto, as meninas me desamarravam e me soltavam as pernas e os braços. Ainda com a mordaça fui colocada num cavalete, deitaram sobre ele amarrando novamente minhas pernas e meus braços, todos os membros abertos e fortemente amarrados a cada um dos pés do cavalete. Se não fosse estar amarrada, com certeza cairia já que meu corpo ficou debruçado para frente. Eu não podia ver nada.
O Mestre então se aproximou e abriu ainda mais com as mãos a minha buceta e meu cu. Com os dedos rodeava o buraquinho e as vezes forçava a entrada. Um suor frio escorreu pelo meu rosto. Eu estava toda babada pelo uso da mordaça e pude imaginar o que ia acontecer. O Mestre disse:
- Agora, vou arrombar esta cadelinha
Sem dizer mais nada numa estocada só me penetrou no cú abrindo de uma vez todas as minhas entranhas. Senti meu corpo rasgando ao meio. Ele estocava e me abria cada vez mais. Eu uivava de dor e tentava me livrar, mas era impossível. Continuou a forçar contra meu rabo e de repente comecei a relaxar. Fui me envolvendo com os movimentos Dele e percebi que já estava rebolando para o Mestre, querendo mais, gostando de ser usada. O tesão cresceu novamente. Desta vez meu corpo tremia de desejo e não de dor. As lágrimas voltaram aos meus olhos e senti que estava me tornando realmente uma submissa do Reino.
Eu estava ali por amor ao Mestre. Não desejava estar em outro lugar. Não queria decepcionar mais o Mestre. Nunca mais seria uma escrava rebelde e relapsa. Eu faria tudo para servir à Senhora por ordem DELE, meu DONO. Seria assim para sempre. De repente percebi o que é ser uma submissa de verdade. Senti que para alegria e prazer de nosso DONO, nos deixaríamos entregar a quaisquer torturas. Era isso, eu estava ali por amor ao Mestre. Intimamente agradeci a Ele por isso. O tesão era já quase incontrolável, mas eu não podia gozar, senti que o Mestre logo gozaria e eu rebolava ainda mais.
Assim que gozou, Ele saiu de mim e disse que agora eu era mesmo uma cadela, pois estava arrombada. Eu tinha sido arrombada pelo meu Dono a quem eu entreguei minha submissão. Eu estava feliz e orgulhosa apesar do sofrimento físico. Ele então disse:
- Esta cadela teve os castigos merecidos pelos seus erros. Foi treinada, castigada, testada e exposta à humilhação. Por ter suportado tudo terá uma recompensa.
Nisso, uma das escravas do Reino colocou novamente a minha coleira no meu pescoço. Chorei muito e o Mestre disse:
- karla, para selar esse momento você receberá agora a minha marca em seu corpo. Será minha para sempre.
Fui levada para uma bancada, onde fui deitada com as pernas amarradas e meus braços também amarrados para cima. O Mestre pegou um bastão de ferro onde na ponta tinha uma espécie de carimbo de ferro bruto com a tão amada marca K@ de 2 centímetros mais ou menos.. Ele colocou o bastão num rechaud com brasa. Eu sabia o que ia acontecer, sabia que a dor seria insuportável, mas a alegria era imensa. Eu não seria expulsa do Reino e continuaria sendo escrava Dele. Procurei instintivamente o rosto do Mestre e vi um sorriso lindo. Fechei os olhos nesse momento e esperei.
Com movimentos lentos e precisos o Mestre tirou o carimbo do fogo e com um golpe certeiro e único colocou o ferro quente do lado esquerdo da minha bunda fazendo-me soltar um grito agonizante. Desmaiei no mesmo instante. Quando voltei, suja, com marcas de sangue das chicotadas e de algumas agulhas, arrombada e humilhada, pude perceber que não existe maior honra do que pertencer ao Mestre K@. O sentimento era de gratidão e desejei muito beijar Seus amados pés.
A Senhora Kalía ordenou que eu acompanhasse as escravas. Fui levada à casa menor e lá me deram banho e cuidaram dos meus ferimentos e da minha higiene. Colocaram um pouco de comida e água nas tigelinhas e me fizeram comer. Comi tudo faminta, pois não comia há quase 24 horas. Estava tão feliz que nem me incomodei de ficar naquela posição incômoda.
Levaram-me para a cela novamente e disseram que dormisse e que no dia seguinte cedinho, viriam me buscar. Assim que elas fecharam o cadeado eu deitei no chão e fiquei ouvindo o barulho da festa na mansão. Sem pensar em mais nada adormeci.
Acordei com o barulho do cadeado se abrindo. Levantei sonolenta e acompanhei a escrava novamente de volta à mansão. Não ouvi barulho de festa e pelo som dos pássaros e a claridade pude perceber que estava amanhecendo. Fui levada para uma cozinha espaçosa onde alguns escravos já faziam sua primeira refeição do dia. Num canto, no chão, estavam as duas tigelinhas com água e a porção de alimento que eu tinha permissão de comer. Devorei tudo ávidamente, pois estava faminta.
Na pressa de matar a fome, deixei cair comida no chão, a chefe da cozinha, se aproximou e me disse que não queria ver sujeira na sua cozinha e que eu deveria limpar tudo. Obedeci prontamente e limpei o chão com a língua, em seguida bebi a água. A ordem era que eu permanecesse ali de quatro, de frente para a parede até segunda ordem.
Ouvi muitos passos e vozes se aproximando e percebi que os convidados haviam acordado e vieram tomar o desjejum. Ouvi o Mestre e da Sub de Laranja cumprimentando a todos. Sentaram-se e comeram alegremente entre muitas conversas. Assim que terminaram se retiraram da cozinha e eu e os outros escravos que estavam ali recebemos a ordem da cozinheira para limpar toda a cozinha em meia hora.
Quando terminamos fui levada novamente por uma das escravas aos aposentos do Kasal K@. Diante da pesada porta a escrava bateu e aguardou ordens vindas de dentro. Ouvimos a voz da Senhora Kalía ordenando que entrássemos. A curiosidade mais uma vez tomou conta de mim. A escrava abriu a porta, me empurrou delicadamente para dentro e fechou novamente. Não a vi mais. Assim que meus olhos se acostumaram com a pequena claridade do quarto, pude ver o Mestre e a Senhora Kalía abraçados e deitados numa enorme cama que fazia jus a posição Deles. Eu me senti honrada em estar ali, pois adorava vê-Los juntos. Ordenaram que eu me aproximasse. Cheguei perto da cama e me ajoelhei implorando permissão de beijar-Lhes os pés. Beijei carinhosamente os pés de ambos após receber a permissão. A Senhora Kalía me mandou cuidar dos pezinhos adorados do Mestre.
Não pude deixar de sorrir e senti uma alegria muito grande em ter a honra de cuidar dos pezinhos que eu tanto amava. Fui ao banheiro, peguei uma bacia com água morna, a lixa e o creme.
Coloquei essência de lavanda na água e voltei ao quarto, me ajoelhando aos pés da cama. Enquanto o Mestre e a Senhora Kalía conversavam animadamente, eu cuidei com todo esmero daqueles tão amados pezinhos, com deliciosa massagem relaxante.
Quando terminei recebi ordens para lambê-los, o que me deu tesão. Nem percebi que comecei a lamber e chupar os dedos um a um brincava com a língua e o Mestre relaxado, se entregou àquela deliciosa massagem oral. A Senhora Kalía percebendo que eu estava me empolgando, se aproximou e me deu um sonoro bofetão no rosto dizendo:
- Foi isso que eu ordenei que fizesse karla? Eu disse para cuidar dos pezinhos do Mestre e não para se fartar Neles.
Eu me afastei e ela se acomodou novamente ao lado do Mestre na cama. Levantei e recolhi os objetos usados para o banheiro e voltei a me ajoelhar aos pés da cama. A Senhora Kalía me perguntou:
- Está arrependida de tudo que fez karla? Acha que já se redimiu de seus erros?
Eu tentei dizer alguma coisa, mas não sabia o que dizer. Ela e o Mestre riram muito de mim e Ele com um sorriso malicioso disse:
- Ainda não acabou karla! Você sabe que cometeu muitos erros graves Foi displicente, relaxada e que não se comportou respeitosamente com a Sub de Laranja como deveria, não é? Então nada mais justo do que você dar prazer a quem dominou você sob minha ordem pelo tempo que determinei. Quero que faça a Senhora Kalía gozar agora.
A Senhora então se acomodou na cama, ao lado do Mestre e disse:
- Venha cadelinha, venha me dar prazer, quero ver como você se sai.
O espanto me deixou parada por algum tempo. Não sabia o que dizer. Não sabia como ia dar prazer a Ela. Nunca tinha feito isso com mulher nenhuma. Entrei em pânico, queria que um buraco se abrisse para que eu pudesse me esconder nele. Era humilhação demais. Na frente do Mestre? Nãoooo. isso não podia estar acontecendo. O Mestre estava brincando comigo. Olhei para os dois e
Eles estavam me olhando e esperando. Vendo minha agonia a Senhora simplesmente disse:
- Tá esperando o que karla? O Mestre já não te deu a ordem? Estou com tesão, quero gozar, vamos, comece!
Acomodou-se melhor na cama e entreabriu as pernas. Comecei a chorar, mas Eles nem ligaram. Estavam cheios de carinhos um pelo outro. Eu os vi se beijando avidamente e nesse momento, percebi que não tinha saída a não ser obedecer. Eu tinha a marca do Mestre na minha bunda. Eu pertencia de fato a Ele. Nada mais poderia me fazer recuar. Lutando contra todos os meus sentimentos, me aproximei Dela e delicadamente abri suas pernas, olhei novamente para Eles que estavam curtindo o tesão que estava no ar, enfiei minha cabeça entre as pernas da Senhora Kalía e comecei a lambê-la e a chupá-la.
Em lágrimas eu sentia o sabor da Senhora Kalía. Eu explorava a Sua buceta com a língua abria-a com os dedos e tentava de todas as formas lhe dar o máximo de prazer. O Mestre já estava excitado e vi quando a Senhora se aproximou e enfiou na boca aquele pau duro e delicioso Dele e o chupou com gosto. Sentia o tesão do Mestre crescer e isso também me deu um tesão louco. A Senhora gritou:
- Direito karla, ou faz com gosto ou será pior!
E eu buscando fazer da melhor maneira que podia tentava adivinhar o que seria pior do que "aquilo". Nem quis saber, porque eu tinha certeza que ela poderia piorar aquela situação muito mais. Via a Senhora saboreando o Mestre e meu tesão aumentava e quando me vi já estava relaxando e fazendo a Senhora curtir também. Continuei tentando despertar o desejo Dela com a minha ávida língua. Até que percebi que Ela estava muito excitada. Uma deliciosa sensação tomou conta de mim e nessa hora senti que o gozo da Senhora estava chegando.
O Mestre começou a gemer e a brincar com Seus mamilos, mordendo-os, chupando-os, fazendo a Senhora gemer ainda mais. De repente a Senhora Kalía e o Mestre gozaram intensamente juntinhos. Ela sorveu todo seu néctar e intimamente eu a invejei por isso. O Mestre estava maravilhado com tudo que estava acontecendo. Depois de alguns momentos, a Senhora me olhou e disse:
- Termine o serviço karla.
E eu entendi o que Ela quis dizer e fiz sem reclamar, sem contestar, apenas obedeci e a limpei toda com a língua. Aprendi naquele dia que uma submissa deve estar sempre pronta para obedecer. E que nada pode dar mais felicidade a uma submissa do que ver o prazer estampado no rosto de quem a Domina.
O Mestre e a Senhora deitaram abraçadinhos e dormiram. Eu deitei no chão aos pés Deles emocionada e feliz. Viesse o que viesse eu definitivamente pertencia ao Reino de K@. Continua...
por: karla { K@ }
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