- Categoria: Campo das Amoras
- Data de publicação
Muitas pessoas me perguntam o motivo de eu manter coleiras diferentes no Reino de K@. Para entender a diferença e o motivo da existência delas é preciso que se conheça um pouco melhor o Reino de K@ - que criei para dar forma a minha fantasia. Â
No Reino a sociedade é dividida em dois grupos: O Mestre e as escravas, dispostos hierarquicamente. O grupo de escravas está divido em três classes identificadas pelas cores: vermelha, preta e verde. Esta divisão está em consonância com os papéis que elas desempenham no dia-a-dia do Reino.
Para as duas classes – Preto e Vermelho - que são efetivamente as minhas escravas criei coleiras usando o meu K, com caracterÃsticas distintas tanto para o mundo real como para o meio virtual.
Â
|  Classes      |     Virtual     |  Real |
| Â Vermelho | Â Â Â Â Â * K@ * | Â Â K em ouro |
|  Preto |      { K@ } |   K em prata      |
A classe verde, pela sua especificidade e por não ter uma regularidade no Reino, não tem uma coleira real que a identifique. No meio virtual são identificadas apenas pela cor.
Diferentes coleiras, diferentes elementos litúrgicos que fazem parte da tradição de um Reino construÃdo, pouco a pouco, nestes anos de existência. Este conjunto de elementos que compõem as classes é, no meu entendimento, uma referência para que as escravas aprendam o respeito à hierarquia, o valor de cada uma nos papeis e, sobretudo, o desejo de vivê-los, independente da diferença entre eles... No fundo são igualmente importantes, pois juntos fazem parte de uma fantasia.Â
Artigos Relacionados
Cerimônia das Coleiras.
A coleira.
Regras e Simbologia.
Beijos nos Seus pés,
kafira { K@ }
Campo das Amoras
- Funcionamento do Reino de K@
- Escolhida a nova kriada
- Aos pés da Sub de Laranja
- Férias, tempo de mudança
- O isolamento do kalabouço
- Esclarecendo o papel da kriada
- Tiara Dourada: SÃmbolo de Poder
- A "agridoce" fantasia do Mestre
- Sentimentos de uma escrava casada
- Privações - A alma se liberta!
- Escolhas
- As koleiras
- Regras no BDSM, deve existir?




RSS
