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contos escola escrava bdsmMeu Dono parou o carro em frente a uma grande propriedade com muros e portões altos e fechados. No alto havia uma placa pendurada que dizia: Escola para Treinamento de escravas. Descemos do carro e Ele me disse:

- Chegamos. Você vai ficar aqui por um tempo para ser treinada. Quero que aprenda a ser uma verdadeira escrava. Comporte-se!!! Daqui a alguns dias volto para te buscar.

Deu-me um beijo na testa e em seguida os grandes portões se abriram e duas lindas mulheres, vestidas com túnicas brancas cumprimentaram meu Dono e me deram ordem de entrar. Fecharam os portões. Nem tive tempo de ver meu Dono mais uma vez. Fui levada para uma sala grande e majestosamente decorada onde me aguardava uma Senhora muito bonita e elegante que estava sentada em uma poltrona de veludo vermelha, atrás de uma mesa de madeira. Ela levantou-se e aproximou-se de mim.

Como meu Dono havia me ordenado, eu estava vestida apenas com um vestido leve cobrindo meu corpo e uma rasteirinha. E não estava depilada - ordens de meu Dono também. Recebi ordens de tirar a rasteirinha. A Senhora então abre o meu vestido e o retira deixando-me nua na frente dela e daquelas duas jovens. Fiquei envergonhada e bobamente tentei esconder minha nudez. Fiquei mais envergonhada por não estar depilada.

A Senhora então começou a me inspecionar. Examinou minha boca, apalpou meus seios, vistoriou todo o meu corpo, afastou minhas pernas e tocou minha xoxota e meu traseiro. Então, olhou  para as jovens que, entendendo o sinal, me levaram até uma mesa no canto da sala, onde me deitaram. Esticaram meus braços para trás e os prenderam separados, nos ganchos da cama. Prenderam meus tornozelos em um afastador bem largo que foi preso em ganchos que pendiam do teto. Fiquei totalmente exposta. Com o olhar atento da Senhora, as meninas me depilaram com cera. Axila e minhas partes intimas foram totalmente depiladas.

Apesar do incomodo da cera quente, percebi que as meninas faziam isso com cuidado. Assim que terminaram, fui desamarrada e levada a uma espécie de box, onde tive as mãos presas em ganchos no alto e os tornozelos em ganchos no chão, deixando minhas pernas bem abertas. As jovens abriram uma mangueira e lavaram todo o meu corpo. A água fria que bateu em meu corpo causou-me calafrios. Esfregaram todo o corpo com escovas de cerdas duras e o enxaguaram com jatos de água que de tão fortes me tiravam o equilíbrio.

Depois disso, ligaram um grande ventilador e me secaram. Meu corpo estava gelado e meus lábios tremiam, mas mesmo assim não esbocei nenhuma reação. Depois da higiene me levaram novamente diante da Senhora. A Senhora colocou uma mordaça de ferro em minha boca deixando-a bem aberta e na lingua pendurou dois pesos que a deixavam para fora da boca. Colocou grandes prendedores em meus mamilos, prendendo-os fortemente. Isso me causou um pequeno gemido que foi contido com um grande tapa no rosto.

Debruçaram-me em uma mesa; abriram bem minhas pernas e colocaram em minha xoxota um plug e no rabo também, mas era um plug inflável. A Senhora então inflou o plug até que senti meus órgãos dentro sendo alargados. Meus gemidos eram mais fortes agora e recebi vários tapas na bunda. Levantaram-me e me fizeram andar pela sala para que a Senhora pudesse ver como eu me sairia. Não conseguia caminhar direito com aquilo no meu rabo. Minhas pernas estavam mais abertas e a dor era insuportável. Às vezes eu parava de caminhar. A Senhora então inflava ainda mais o plug e aquilo se tornou insuportável. Mas o plug na buceta me causava uma sensação deliciosa de tesão.

Assim que se sentiu satisfeita, a Senhora colocou uma coleira com a marca da escola em meu pescoço e a ligou a uma guia. Obrigou-me a ficar de quatro e saímos do quarto. Andamos por vários cômodos da casa que estavam cheios de escravas sendo adestradas. Até que chegamos à parte exterior da casa. Fomos para a piscina. Meus joelhos ficaram esfolados. De repente percebi o que ia acontecer. Fui pendurada pelos pés, num gancho com roldanas que pendiam de um suporte no meio da piscina. Fiquei de cabeça para baixo, com as pernas abertas. Da beirada da piscina saia uma plataforma onde a Senhora subiu e veio até mim. Ela verifica se os plugs ainda estão bem encaixados e como se ainda fosse possível, inflou um pouco mais o plug do meu rabo arrancando um gemido alto.

A Senhora então, pegou um chicote de couro de tiras bem longas e iniciou a sessão de spanking. Começou pelas costas e me bateu incansavelmente. Passou a bater nas minhas coxas, bunda, seios e a cada chicotada meu corpo se contorcia tomado pela dor. De repente senti uma forte dor na buceta; as chicotadas eram tantas que perdi a noção. Depois de se saciar, ela se afasta e aciona a roldana das cordas. Quando percebi o que ia acontecer, comecei a me debater e a gritar desesperadamente; mas não consegui demovê-la da idéia e finalmente mergulhei na piscina.

Lutava como uma louca para voltar à tona, mas não conseguia. Tentei subir.. Mas de que jeito? Eu estava amarrada, à mercê das vontades daquela Senhora. Não adiantava lutar. Foi quando fui puxada à superfície e erguida novamente. Recomeçou a sessão de spanking e eu senti o desespero tomar conta de mim. Pensava no meu DONO. Porque Ele havia me colocado naquela escola? Não seria eu uma submissa dedicada e obediente? O que Ele queria mais de mim? Ainda com os pensamentos em meu Dono, fui mergulhada de novo na piscina, me fazendo engolir muita água. Achei que iria morrer afogada antes de ser erguida novamente. Perdi a conta de quantas vezes a sessão de spanking e submersão havia acontecido.

Depois de um tempo tudo parou. Mas não fui retirada de lá. Fiquei ali pendurada, no sol e com o corpo todo entrecortado das chicotadas. Não sentia mais os plugs. Eu estava entorpecida, e nem sentia muita dor. De onde estava não consegui ver o movimento da escola. Só ouvia os ruídos da agitação. O tempo passou... estava anoitecendo quando aquelas duas jovens vieram me tirar daquela tortura. Levaram-me para um grande dormitório. Lá me lavaram, cuidaram dos meus ferimentos e me levaram até o refeitório, onde, no chão, se encontrava duas tigelinhas: uma com alimentação e outra com água. Comi avidamente e bebi a água. Como eu já sabia limpei toda a sujeira que fiz no chão e fiquei imóvel esperando.

Em seguida fui levada ao dormitório coletivo, onde fui colocada debruçada num cavalete; pernas e mãos amarradas abertas. A Senhora estava lá e retirou os plugs causando-me uma dor latejante e ao mesmo tempo uma sensação de alívio. Recolocou a mordaça com as presilhas na lingua, deixando minha boca aberta e minha lingua para fora. Automaticamente sem a possibilidade de engolir, comecei a babar. A Senhora passou a mão pelos meus ferimentos e em seguida apagaram a luz e saíram me deixando naquela posição a noite toda.

Passei a noite sem dormir pensando que meu treinamento estava só começando e que ainda passaria por  muita coisa no tempo em que estivesse ali. Mas eu sei que tentaria de todas as formas resistir a tudo que ainda estava por vir. Não sei dizer se adormeci de verdade, mas sonhei com meu Dono. E o sonho me deu forças para continuar.

por: karla { K@ }

 

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Gurgel 23.05.2012 (05:21:20)  
Bondage  

Adorei voces terem postado meu relato de infancia, queria muito participar das suas sessões, como lhe disse nasci com isto dentro de mim e vou morrer assim, é o meu mundo estou sempre procurando a minha cara metade atenciosamente.

 
   
       
gurgel 01.05.2012 (06:08:54)  
Bondage  

Olá acabei de ler e juro estou completamente excitato com este texto, adoraria ter participado destas sessões cada ua mais excitante doque a outra, sou bondagista desde de criança já nasci com isto dentro de mim lembro de ua vez quando tinha dez anos fiz uma cirurgia de fimose quando entrei no centro cirurgico tiraram minha roupa vesti um avental branco fui deitado na mesa cirurgica aonde nas laterais na mesa tinham dois estensores para os braços aonde a foram ambos amarrados isto me excitou

 
   
       

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